quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Vibradores e camaradagem

Minha namorada viajou e eu descobri, nas coisas dela, um vibrador que, naturalmente, é maior do que “eu”. Sim, “eu”, ou seja, “meu pênis”. Bom, isso quer dizer que ela não me quer mais? Julio Tattaglia, de Salvador, BA
Primeiris, eu não quero saber do que tu chama teu pinto. Segundis, toma tenência, rapaz. Quem tem medo de borracha é bandidis. A doutora especializada em sexo Vera Vaccari ligou pro Mussunzinho aqui e disse que vibrador não é substitutis. “Isso não significa necessariamente que ela não goste mais do rapaz. Ter um vibrador em casa só uma aneira que ela tem de viver a própria sexualidade. A paranoia do tamanho pode ser um pouco de insegurança, quando falta conversa. O homem tem de trabalhar esse medo.” Então tira esse forévis da cadeira e vai conversar com a tua neguis. Porque… “se não houver diálogo sobre as fantasias e as necessidades, o vibrador pode ser melhor que o homem mesmo”. Aí, meu querido, pode encomendar o caixão e a vela pretis porque só resta chorarzis.

Um amigo do trabalho me pediu para escrever uma carta de recomendação, mas eu acho que ele manda muito mal. O que fazer? Ser sincero e perder o amigo ou mentir e queimar meu filme? André Avelino, de Curitiba, PR
Mas isso não é um amigo, é um encostis. Cuidado, bacharel, senão tua reputação vai para o vinagre. Espera aí. O pessoal ta pedindo pra eu deixar um camaradis falar aqui. Com a palavra, Eduardo Ferraz, consultor na área de gestãozis de pessoas. “Perca o amigo, mas não perca o juízo! Uma carta de recomendação pode ser enviada para dezenas, às vezes centenas, dependendo do desespero, de empresas e, em cada entrevista que seu amigo for mal, sua reputação vai junto.” Aí nem o camaradis pagando suas pinduretas no bar do alemão. Tu sabe que quem não dança segura a criancis, então tem que falar a verdadis. Ele é teu amigo mas é incompetentis, então tu num faz a carta. Se ele quiser se empirulitar contigo, manda ele catar coquinho. E desce mais uma!
Mande sua pergunta para forumalfa@abril.com.br. O convidado da próxima edição será Sinhozinho Malta

Nua e Crua
A equipe feminina de ALFA explica os grandes enigmas das mulheres

“Quando ficamos com os olhos fechados durante uma transa, nem sempre estamos pensando em vocês. Isso não é um sinal de que a performance está ruim. Às vezes, precisamos de um estímulo aditivo para chegar ao clímax. E aí que vem à cabeça o filme pornô, o George Clooney ou até o vizinho. Mas não se preocupe com essa ‘escapada’. O que importa é o final feliz. Uma mulher satisfeita não tem motivo para pular a cerca.” (Por Ana Luiza Leal)

Nenhum comentário:

Postar um comentário